Por que fazer o inventário administrativo


 

INVENTÁRIO EXTRAJUDICIAL

Saiba como partilhar bens e regularizar o patrimônio da família em questão de semanas

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Quando é possível fazer o inventário extrajudicial?

Veja abaixo as condições necessárias para que se possa fazer um inventário extrajudicial:

a)      Todos os herdeiros devem estar de acordo com a divisão dos bens.

b)      Nenhum dos herdeiros pode ser menor de idade ou incapaz.

c)       O falecido não pode ter deixado testamento.

d)      Não pode estar em curso um processo de inventário na justiça.

Se este for o seu caso, é possível regularizar o patrimônio da sua família sem sair de casa em pouco tempo.

 

Por que abrir um inventário?

O inventário é a forma de transmitir legalmente o patrimônio do falecido para os herdeiros. Caso o inventário não seja aberto após o falecimento, os bens poderão ficar bloqueados, e os herdeiros não poderão administrá-los ou aliená-los.

 

Há um prazo para dar entrada com o inventário?

Sim, prazo de 60 dias para iniciar o inventário a contar da data do falecimento. Caso não cumpra este prazo, uma multa poderá ser aplicada.

 

Quanto tempo o inventário demora?

Se a documentação e os impostos estiverem em dia, 90 dias no máximo, mas já concluimos inventários em semanas.

 

Passo 1: Confirmamos que o seu caso qualifica para um inventário extrajudicial.

Passo 2: Ajudamos você a organizar a documentação descrita abaixo.

Passo 3: Regularizamos o CPF do falecido.

Passo 4: Iniciamos o inventário, já nomeamos quem poderá administrar o patrimônio durante o procedimento e calculamos os impostos devidos.

Passo 5: Com a documentação em ordem e os impostos pagos, recebemos do cartório uma minuta de escritura de inventário para formalizar a partilha dos bens.

Passo 6: Revisamos a minuta de escritura de inventário e assinamos o documento em seu nome.

 

Passo 7: Enviamos a escritura de inventário assinada pelos correios para você.

Passo 8: Pronto! Agora é só você usar a escritura de inventário para registrar os novos proprietários nos registros de imóveis e veículos.

Quanto custa?

É preciso pagar:

1. O Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD) sobre o valor da herança, sendo que a alíquota do imposto varia de Estado para Estado.

2. Despesas com escritura pública para abrir o inventário.

3. Honorários.

 

Quais são os documentos necessários?

Criamos uma lista simples para facilitar o seu trabalho.

 

1. Do Falecido(a):

a. Certidão de óbito (cópia simples).

b. RG ou CNH (cópia simples).

c. CPF (cópia simples) ou informar o número.

d. Certidão de casamento, se aplicável (cópia simples).

2. Viúvo(a):

a. RG ou CNH (cópia simples).

b. CPF (cópia simples) ou informar o número.

c. Certidão de casamento (cópia simples).

 

3. Herdeiro(a):

a. RG ou CNH (cópia simples).

b. CPF (cópia simples) ou informar o número.

c. Certidão de casamento, se casado, separado judicial ou divorciado (cópia simples).

d. RG e CPF do(a) esposo(a) (cópia simples)

 

4. Imóvel Urbano:

a. Certidão de ônus e inteiro teor de matrícula (caso o imóvel seja escriturado), ou

b. Cessão de direitos (caso o imóvel esteja pendente de regularização); ou

c. Promessa de compra e venda (caso o imóvel tenha sido adquirido na planta); e

d. Informar o número de inscrição municipal (IPTU).

 

5. Imóvel Rural:

a. Certidão de ônus e inteiro teor de matrícula.

b. Informar cidade e Estado em que se localiza o imóvel.

 

6. Veículos:

a. DUT ou CRLV (cópia simples)

 

7. Conta bancária, conta poupança e aplicações financeiras:

a. Informar aproximadamente quantas contas e quais investimentos o(a) falecido(a) possuía. O valor exato será verificado durante o inventário.

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